“Eu sempre tentei. Tentei seguir os passos de quem admiro, tentei realizar meu sonho ou até mesmo parte dele. Tentei me manter uma boa aluna na escola. Tentei ter dúvidas e estar em duas opções ao mesmo tempo. Tentei correr contra o tempo. Tentei ser adulta mais rápido. Tentei me mudar inteira, de corpo e alma; mente de seda e coração de pedra. Tentei focar e me fixar em objetivos importantes para mim e meu ego. Só que ai percebi que quanto mais você tenta, mais longe você fica. É… falando assim pareço egoísta, fraca e uma pessimista de quinta, mas não é. Foi de tanto tentar que eu escorreguei. Tentei demais as coisas erradas e quando percebi tinha afundado tudo de uma vez como uma ancora pesada, enferrujada e corroída pelo sal no fundo do mar. A verdade é que tentando e dando errado, a gente quebra a cara, uma, duas, mil vezes. Mas a vida é tentar. Fazer o que se pra um navio voltar a funcionar os tripulantes puxam a ancôra de volta?
“Você só saberá realmente o que é o amor, quando lhe perguntarem sobre ele e você não pensar em uma definição, mas em um nome
“Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento
“A amizade é um amor que nunca morre.
“- Você pode me dizer o que quer que eu faça?
- Eu quero que fique comigo.
“Quer afastar? Afasta. Quer esquecer? Esquece. Quer ir embora? Vá. Mas se quiser ficar - por favor, fica.
“Cuidado ao dizer um não, ou um sim, ou um nunca mais, ou para sempre.
Eles podem mudar sua história. São palavras simples, com uma força enorme.
“Você chegou tão depressa,
e na mesma velocidade que chegou se foi.
“Pitágoras, cinco séculos antes desta era, ensinava aos seus alunos a ter uma inteligência humanista. Seus discípulos eram educados e treinados a perguntar em todas as casas e espaços sociais que adentravam: “Que fiz? Que erro cometi? Que deveres não cumpri?”. Como artesão da educação, Pitágoras sonhava que seus discípulos aprendessem pelo menos três excelentes funções intelectuais: capacidade de reconhecer erros, de se colocar no lugar dos outros e de pensar nas consequências de seus comportamentos.
Que universitários são equipados para fazer essas perguntas à pessoa que ama, a sua empresa ou até em relação às próximas gerações? Como perceber o invisível, as emoções ocultas, se não perguntamos: “Que sentimentos o perturba? Onde o feri e não percebi? Em que posso contribuir com você?”. A ditadura da resposta na educação clássica assassinou a arte da pergunta, asfixiou a maturidade psíquica de milhões de alunos.
O semeador de ideias, Augusto Cury (via poetizador)
“Os dois se deitaram em toalhas, suas mãos entrelaçadas enquanto conversavam sobre seus livros e filmes favoritos, sobre seus segredos e sonhos.